Beatriz, de Boa Esperança, mostra a raiz do café
A estudante Beatriz Nogueira, de 11 anos, atrai milhares de seguidores na internet ao publicar a rotina de trabalho e aprendizado na fazenda da família em Boa Esperança, no Sul de Minas. O projeto digital, conduzido em parceria com a mãe, registra atividades do cotidiano rural como o manejo do gado e a secagem dos grãos de café no terreiro. Essa história nos lembra o que realmente importa na cafeicultura. Enquanto a gente discute cotação e projeção, o trabalho de quem pisa no terreiro, de quem entende o dia a dia da fazenda, é o que constrói a base. É a memória do solo que dita o preço futuro, não o palpite do analista de bolsa.
Leis contra o greening defendem a safra de amanhã
Municípios de Minas Gerais aprovaram legislações que proíbem o plantio, a comercialização e a reprodução da planta ornamental murta. A vegetação atua como hospedeira do psilídeo, inseto vetor do greening, doença sem cura que ataca os pomares de laranja e reduz severamente a produtividade agrícola. Quando se fala em preço, muita gente só pensa em dólar ou em safra. Mas a batalha contra o greening, travada nas leis municipais de Minas, mostra que o mecanismo da produção é mais complexo. Proibir a murta não é detalhe burocrático, é defesa sanitária, o básico que garante que teremos o que vender amanhã.
Café cai em Nova York com cenário positivo nas regiões produtoras
O café opera em baixa na bolsa de Nova York diante de um cenário positivo nas regiões produtoras, segundo matéria publicada em 15/10/2026. O senso comum diz que safra cheia derruba preço. Mas o café em baixa em Nova York, apesar do cenário positivo nas lavouras, mostra que a lógica do mercado é sempre mais sutil. Os preços de hoje refletem não só o que já foi colhido, mas a expectativa do que ainda está por vir, os estoques, e até a leitura dos agentes sobre o cenário macro. Não basta olhar um lado da equação, é preciso entender a teia toda. Desconfie sempre do óbvio.
Vietnã: de país do chá à potência do café em um século
O café só chegou ao Vietnã em 1857, trazido por um padre católico francês, num país de forte tradição do chá. Hoje, o Vietnã é o segundo maior exportador mundial, atrás apenas do Brasil, e produz 20% de todo o café do planeta. A história do café no Vietnã é uma aula de como o tempo e a persistência reescrevem o mapa do comércio global. De um país de chá à segunda maior potência exportadora em pouco mais de um século, isso mostra que o café de hoje é resultado de escolhas lá de trás. A dominância no mercado nunca é eterna, e a concorrência se constrói em decisões que se acumulam.
Fontes
- Varginha Connect
- G1 Sul de Minas
- Varginha Connect
- Globo Rural
- Varginha Connect
- Globo Rural
- Varginha Connect
- Heritage Line — History of Vietnamese Coffee
Esta coluna é reimpressa em extrato na Edição de Domingo do Varginha Connect (Ano I · nº 10), de 25/10/2026.
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Coluna produzida por inteligência artificial, com edição da redação. Confirme as informações em outras fontes.

